8 de agosto de 2013

Estudos revelam que crianças vacinadas têm de 2 a 5 vezes mais doenças que crianças não-vacinadas

Doenças que podem ser prevenidas são induzidas pela Vacinação

Um estudo alemão publicado em Setembro de 2011, com uma amostra de cerca de 8000 crianças não vacinadas, nascidas há 19 anos, mostrou que as crianças vacinadas têm de 2 a 5 vezes mais doenças e transtornos que as crianças não vacinadas.

Os resultados apresentam-se no gráfico de barras abaixo:
Os dados completos e os resultados do estudo podem ser consultados aqui (em espanhol).

Os dados são comparados com os do estudo nacional alemão KIGGS de saúde das crianças na população geral. A maioria dos que responderam ao inquérito era proveniente dos Estados Unidos.

Os dados foram recolhidos dos pais de crianças livres de vacinas através de um questionário respondido via Internet em vaccineinjury.info e por Andreas Bachmair, um homeopata clássico alemão.

O estudo independente é autofinanciado, não sendo patrocinado por nenhuma grande organização sem fins lucrativos ou governamental "credível" ou organização de saúde do governo com conflitos de interesses políticos e financeiros, pelo que Bachmair baseia-se nos anúncios da Google e em doações para os ingressos. Cada um dos 8000 casos são casos reais com documentação médica.

Segundo Bachmair, outros três estudos tiveram resultados similares e serão apresentados adiante.

Nunca nenhum estudo com resultados de saúde de pessoas vacinadas versus pessoas não-vacinadas foi realizado nos Estados Unidos pelos CDC ou por qualquer outra agência nos mais de 50 anos de programa acelerado de vacinação (actualmente mais de 50 doses de 14 vacinas são administradas antes do jardim-de-infância e 26 doses no primeiro ano de escola).

A maioria dos dados recolhidos pelos CDC fazem parte da base de dados Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS).

Globalmente crê-se que os VAERS registam só 3 a 5 por cento dos incidentes notificáveis. Isso acontece porque só algumas reacções imediatas são reportadas por médicos e muitos deles não admitem ser reacções a vacinas.

Mais importante ainda, os números do VAERS só se referem a reacções imediatas, ou seja, que ocorrem num intervalo de poucas horas ou semanas após a vacinação.

As doenças e os transtornos a longo prazo induzidos pelas vacinas não são reconhecidos pelos pais nem pelos médicos quando estas condições são manifestadas/desenvolvidas num maior espaço de tempo, (decorridos alguns meses, cinco anos ou mais) e nunca se darão conta de que provêm de múltiplas vacinas. Noutras palavras, muitas crianças e adultos com doenças e transtornos que são induzidos por vacinas nunca irão suspeitam que provêm das vacinas, como indica este estudo.

Os resultados das comparações da saúde das crianças livres de vacinas com as estatísticas de saúde da população geral são os mesmos dos que comparam crianças não-vacinadas com crianças vacinadas. Isto verifica-se simplesmente porque a população em geral de crianças dos EUA é quase 100 por cento vacinada.

Só quatro das 8000 pessoas não vacinadas respondeu com autismo severo (0,05%) e estes dizem-se que são casos de mercúrio. Por outro lado, apercebi-me que os resultados mostram um índice de 1% para o autismo nos não-vacinados com mais de 3 anos - quase o mesmo que nas crianças vacinadas.

Assim, preguntei a Bachmair porquê que os dados não mostram muito menos. Disse-me que tinha convidado muitos grupos e listas de autismo da Internet para participar o que, por conseguinte, enviesou os resultados.



O outro e único foco de enviesamento neste estudo pode ser o feito de os pais de crianças não vacinadas estarem, obviamente, preocupados com os riscos das vacinas para a saúde e de serem mais propensos a tomar outras decisões saudáveis como o cuidado com a alimentação dos seus filhos, recorrendo a uma dieta muito mais saudável e ao uso de remédios mais naturais, diminuindo a utilização de produtos farmacêuticos.

Actualmente, a metade das crianças dos EUA sofrem de doenças crónicas e de transtornos e 21% têm défices no desenvolvimento.

Porém, o sistema de saúde pública sempre utiliza os sagrados mantras "doenças que podem ser prevenidas pela vacinação" ao referirem-se á sua maior fonte de lucro da saúde pública, a vacinação massiva.

Creio que deveríamos dar maior enfase á prevenção das doenças induzidas pelas vacinas.

O estudo segue em curso e é possível participar no inquérito acedendo aqui se tem crianças não-vacinadas .


Outros estudos citados por Andreas Bachmair

Estudo de Salzburg
Os resultados: das crianças não-vacinadas 1004:
• Asma, 0% (8-12% da população normal)
• Um tema-dermatite 1,2% (10-20% na população normal)
• Alergias 3% (25% na população normal)
• TDAH 0,79% (% 5-10) em crianças

Estudos a longo prazo na Guinea-Bissau
(1 Kristensen I, Aaby P, H. Jensen: "Routine vaccinations and child survival: follow up study in Guinea-Bissau, West Africa", BMJ 2000; 321: 1435-1441)

Os filhos de 15,000 mães foram observados desde 1990 até 1996 durante 5 anos.

Resultados: A taxa de morte em crianças vacinadas contra a difteria, tos ferina, tétano é duas vezes mais alta que nas crianças não-vacinadas (10,5% contra 4,7%).

Inquérito na Nova Zelandia (1992)
(http://www.ias.org.nz)

No estudo participaram 254 crianças. 133 crianças vacinadas e 121 não-vacinadas.


Resultados:

Sontomas: 

Asma: 20 (15%) em crianças vacinadas e 4 (3%) em crianças não-vacinadas;

Eczema ou erupções alérgicas: 43 (32%) em crianças vacinadas e 16 (13%) em crianças não-vacinadas;

Otite crónica: 26 (20%) em crianças vacinadas e 8 (7%) em crianças não-vacinadas;

Amigdalite recorrente: 11 (8%) em crianças vacinadas e 3 (2%) em crianças não-vacinadas;

Falta de alento e o síndrome de morte súbita do lactante: 9 (7%) em crianças vacinadas e 2 (2%) em crianças não-vacinadas;  

Hiperactividade: 10 (8%) em crianças vacinadas e 1 (1%) em crianças não-vacinadas.


Por: Louis Rain
Health Freedom Alliance
14 de Outubro de 2011
Fonte: Adela Kaufmann
Site: http://www.bibliotecapleyades.net/salud/salud_vacunas154.htm
Traduzido e adaptado para português por: Divulga-se.info

Versão original em inglês
Versão Italiana

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DECLARAÇÃO PARA OS PAIS ENTREGAREM NAS ESCOLAS SEM BOLETIM DE VACINAS

Fulano (.....) encarregado de educação do aluno X....., declara assumir toda a responsabilidade pelos cuidados preventivos de saúde de X prescindindo este da vacinação uma vez que adoptamos os métodos da Medicina Naturopática. O signatário perfilha a teoria de notáveis médicos naturopatas de renome mundial como Paul Cartoon, Pierre Marchesseau e Herbert Shelton segundo a qual «a vacinação constitui um envenenamento subliminar do sangue com vírus e toxinas, vivos ou não, gerador de enfraquecimento das defesas orgânicas e de doenças degenerativas a longo prazo».Esperamos que respeitem e compreendam a nossa posição aliás estribada em direitos individuais consagrados na Constituição da República Portuguesa, em particular nos seguintes artigos:

ARTIGO 25º
(Direito à integridade pessoal)
3. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.
4. Ninguém pode ser submetido a tortura nem a tratos ou penas cruéis , degradantes ou desumanos.

ARTIGO 41º
(Liberdade de consciência, de religião e de culto)
6. É garantido o direito à objecção de consciência nos termos da lei.

Data e Assinatura

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É isto que todos os estudantes e seus pais conscientes dos perigos da vacinação obrigatória (HIV, hepatite C podem ser causadas por vacinas) devem fazer, obrigando a recuar as multinacionais das vacinas coladas ao aparelho de estado.





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