29 de julho de 2013

Perigos do flúor para a saúde é tema de debate científico

O flúor é um gás amarelo, venenoso e altamente corrosivo. É utilizado industrialmente para matar micróbios, mas também é capaz de destruir células humanas.

O flúor é tão reactivo que pode corroer até vidro, aço, ferro e alumínio. Juntamente com o mercúrio, o flúor encontra-se na lista das substâncias mais venenosas do planeta.

O flúor, quando combinado com certos elementos químicos, é utilizado em várias áreas da actividade humana. O ácido fluorídrico (flúor e hidrogénio em água) é utilizado na indústria. Já o fluoreto de sódio encontra-se, em alta concentração, em venenos de rato e pesticidas; sendo também adicionado, em concentrações mais baixas, à sua pasta de dentes. Outro composto de flúor, denominado hexafluorosilicato de sódio é adicionado à nossa água potável.

De acordo com diversos estudos realizados sobre o flúor, mesmo que consumido em pequenas quantidades na água canalizada pode danificar os seus ossos, dentes, cérebro e causar problemas de tiróide (especialmente em pessoas com deficiência de iodo), reduzir o QI e causar cancro.

Paralelamente, associações odontológicas dos EUA e o Centro de Controle de Doenças recomendam firmemente que o leite em pó dos bebés Não seja diluído em água da torneira.

Baixos níveis da hormona da tiróide podem aumentar o risco de doença cardíaca, colesterol alto, depressão e menor inteligência nos bebés nascidos de mães com este problema. Foi encontrado “uma forte e consistente associação entre a exposição ao flúor e o baixo QI”.

A questão primordial seria se a exposição ao flúor através de diversas rotas como produtos dentários, água e alimentos podem contribuir para desenvolver efeitos nocivos. Estudos posteriores também seriam necessários para descobrir qual dose de flúor pode aumentar o risco de problemas de desenvolvimento neurológico, cancro, fluorose dental e óssea, principalmente para pessoas mais sensíveis.

Quase três mil profissionais assinaram uma declaração encorajando o Congresso dos EUA para parar com a adição de flúor na água até que a situação possa ser melhor avaliada.

Cientistas de todo o Mundo pediram revisão e integridade no debate sobre a actual prática de adição de Flúor á Água

Uma petição internacional foi lançada simultaneamente em vários países do mundo solicitando aos governos que promovam uma revisão sobre a prática de adição de flúor à água, introduzindo uma discussão integral e transparente sobre o assunto. O inteiro teor da Petição e a lista de signatários pode ser acedidos em: http://www.fluoridealert.org/

A petição foi assinada por mais de 3000 pessoas de 38 países. Os signatários incluem cientistas e outros profissionais bem conhecidos, tais como: Dr Arvid Carlsson, laureado com o Nobel de Medicina em 2000, Suécia; Pat Costner, Cientista Sénior do Greenpeace International; Professor Samuel S. Epstein, autor de "As Políticas de Cancro"; Dr Doug Everingham, ex-Ministro da Saúde da Austrália; Edward Goldsmith, Editor fundador do Jornal, em The Ecologist; Paul Hawken, autor de A Ecologia do Comércio e Capitalismo Natural; Dr. Hardy Limeback, o ex-Presidente da Associação canadense para Pesquisa Dental; Lynn Margulis, Ph.D., Professor Universitário, medalha nacional de Ciência, UMASS, E.U.A.; Ted Schettler, MD, MPH, Director da Rede de Ciência e Saúde Ambiental, E.U.A.

Segundo o Dr. Raul Montenegro, presidente de FUNAM, e professor titular de Biologia Evolutiva Humana da Universidade Nacional de Córdoba/Argentina, o objectivo da petição "é abrir um debate científico sobre o tema. Os valores de flúor na água potável a partir dos quais pode haver efeitos negativos estão muito próximos daqueles que se podem obter efeitos positivos. As evidências disponíveis mostram que com 6 miligramas por dia de flúor há efeitos sobre os ossos, e com 14 miligramas por dia aumenta o risco de fracturas. Além de que o flúor tem efeito muito negativo sobre os organismos aquáticos".

A petição foi organizada por Paul Connett PhD., professor de Química na St. Lawrence University, em Canton NY, e Mark Diesendorf PhD, que foi professor de Ciência Ambiental na Universidade de Tecnologia Sydney, Austrália.

Connett explicou que "Uma das forças motrizes para este esforço foi o modo chocante no qual foram tratados os profissionais que tiveram a ousadia de desafiar o paradigma de adição de flúor à água. Tal tratamento variou entre a ridicularização pública, processos disciplinares e demissão no trabalho. Este comportamento, não profissional, não tem lugar algum no meio científico em sociedades democráticas".




De acordo com Diesendorf, "a adição de flúor à água é um assunto onde o método científico normal e os princípios estão a ser postos de lado através de autoridades de saúde pública. Em vez de debater o assunto em fóruns científicos abertos, os promotores da adição de flúor à água fazem uso do lobby e da influência política".

Além dos muitos cientistas e profissionais médicos, muitos activistas de comunidades envolvidos em outras áreas da saúde e meio ambiente também assinaram a petição. Entre eles incluem-se dois vencedores do prémio Goldman (Terri Swearingen, EUA, 1997 e Von Hernandez, Filipinas, 2003); o Presidente da Associação de Consumidores de Penang; o Director da União de Israel de Defesa Ambiental e os directores de Campanha de Substâncias Tóxicas do Greenpeace na Austrália, Índia, Japão, Filipinas e Tailândia; o Director Presidente da ACPO - Associação de Combate aos POPs - Brasil.

Arvid Carlsson, Prémio Nobel de Medicina, é um dos signatários e deu como uma das razões para ser um adversário da adição de flúor à água os níveis altos de fluoreto passados aos bebés quando utilizada a água "potável" da torneira fluoretada. Durante a campanha para parar a adição de flúor à água na Suécia, escreveu: "Convenceram-me totalmente que a adição de flúor à água, num futuro não muito distante, será consignada a história médica... que a adição de flúor à água potável vai contra os princípios da Farmacoterapia de adição de drogas na água potável, isso significa o oposto de uma terapia individualizada". O professor Dr. Raul Montenegro indicou que a adição de flúor à água na Argentina "se sobrepõe a outros poluentes naturais e de origem industrial fazendo com que aumente os possíveis efeitos. A fluoretação da água são experimentadas nas populações, porém não há perseguição dos efeitos neste ensaio.".

Connett e Diesendorf apontam para o facto que as Autoridades de Saúde em países que patrocinam a fluoretação da água estão a ignorar os novos estudos que demonstram que a exposição excessiva ao fluoreto pode causar interferência nos processos bioquímicos fundamentais que podem conduzir a sérios problemas de saúde e comportamento.

Tais estudos incluem:

- A acumulação de fluoreto na glândula de pineal (Luke, 2001);
- A habilidade do fluoreto para facilitar a captação de alumínio em cérebro de ratos (Varner, 1998);
- Quantidades maiores de flúor podem aumentar o conteúdo de chumbo no sangue em crianças (Mestres e Coplan, 99, 2000);
- A redução do Q.I. em crianças (Zhao, 1996,; Lu, 2000, Xiang, 2003);
- Incremento de fracturas em ossos nas crianças e adultos (o Li, 2001, Alarcon-Herrera, 2001) e
- Em presença de alumínio, pode afectar as proteínas-G, estas levam sinais para uma grande variedade de sistemas biológicos, e a sua alteração pode descontrolar partes importantes e vitais (Strunecka e Patocka, 99 e Li, 2003).

Os riscos associados á fluoretação da água "NÃO JUSTIFICAM O SEU USO", de acordo com Dr. Hardy Limeback, ex-Presidente da Associação Canadense para a Pesquisa Dental, e actual chefe de odontologia Preventiva da Universidade de Toronto, "é o reconhecimento do facto que há benefício mínimo em ingerir fluoreto. Qualquer redução na decadência dos dentes é o resultado em grande parte da acção de fluoreto na superfície dos dentes.".

Connett, Diesnedorf e os signatários da petição informam ainda que: "não esperamos que as pessoas concordem ou não com a adição de flúor à água, espera-se apenas que todos concordem que as Autoridades levem em conta os problemas dispostos na petição".

O Dr. Raul Montenegro disse ainda que em muitos casos, o flúor que se adiciona á água potável "é o ácido hexafluorosilícico, geralmente obtido dos resíduos advindos da produção de fertilizantes" e que esta substância "está normalmente contaminada com arsénico e outros metais e até mesmo materiais radioactivos". Sustentou ainda que as autoridades do seu país "deveriam considerar que a maioria dos países não acrescentam flúor à água". Em Basle, Suíça, "foi extinta a prática de adição de flúor à água em Abril deste ano, depois de quatro décadas de ininterruptas de adições", indicou o Dr. Montenegro.

50 Razões para se opor à Fluoretação

Para maiores informações na língua portuguesa sobre os problemas relacionados com o flúor visite o endereço: http://www.laleva.cc/pt/alimentos/fluoro_50reasons.html

A Petition to all Governments Practicing, and all Organizations Supporting, Water Fluoridation

Released: September 2, 2003

We, the undersigned members of the scientific, academic and professional communities, and others promoting sound public health policy worldwide, call upon professional associations and government agencies in Australia, Brazil, Canada, Ireland, Israel, Malaysia, New Zealand, Singapore, South Africa, the UK and the US, to bring scientific integrity to the issue of water fluoridation. To this end, we urge them:

1) To examine carefully all the literature which pertains to fluoridation's dangers and benefits, in an open, honest and transparent manner. We urge them to hear from experts on both sides of this issue who are prepared to give their testimony under oath before a truly independent scientific panel, the membership of which is approved by both sides.

2) To collect fundamental data such as fluoride levels in the bones and pineal glands, measured during autopsy, and the prevalence of skeletal fluorosis and hypersensitivity/intolerance to fluoride, of those who have lived for various lengths of times in fluoridated areas, as well as using dental fluorosis (tooth mottling) as a bio-marker to investigate the possible dangers to children of being exposed to excessive levels of fluoride at an early age.

3) To halt immediately the practice of using untested and industrial grade waste materials (such as hexafluorosilicic acid from the phosphate fertilizer industry) in water fluoridation programs.

4) To renounce the use of any intimidatory pressures on those professionals whose research or review has led them to adopt an anti-fluoridation position.

5) To renounce the widespread practice of misrepresenting scientific results in order to achieve the fluoridation of more water supplies.

6) Either to defend water fluoridation in open public debate or to halt the practice forthwith.

Fonte: ACPO - Associação de Consciência à Prevenção Ocupacional






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